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    <eadid identifier="Descrição elaborada por Patrícia Menezes, em projeto ProAC - Edital 23/2020." url="https://atom.culturajacarei.sp.gov.br/index.php/estrada-de-ferro-central-do-brasil-2" encodinganalog="identifier">BR SPAPHMJ FEF</eadid>
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        <titleproper encodinganalog="title">ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRASIL</titleproper>
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      <descrules encodinganalog="3.7.2">CONARQ (BR). NOBRADE: Norma brasileira de descrição arquivística, Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 2006.</descrules>
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      <unittitle encodinganalog="3.1.2">ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRASIL</unittitle>
      <unitid encodinganalog="3.1.1">BR SPAPHMJ FEF</unitid>
      <unitdate normal="1905/1984" encodinganalog="3.1.3">1905 - 1984</unitdate>
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        Documentos textuais - 0,20 metros lineares<lb/>Documentos iconográficos - 39 itens    </physdesc>
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      <note type="sourcesDescription">
        <p>ARQUIVO NACIONAL (BR). Estrada de Ferro Pedro II. IN: Dicionário da Administração Pública do Período colonial. Disponível em http://mapa.an.gov.br/index.php/menu-de-categorias-2/317-estrada-de-ferro-d-pedro-ii. Acesso em junho de 2021.<lb/>AENFER (BR). Breve história da EFCB. Disponível em http://www.ferrovias.com.br/portal/quem-somos/historia-da-ferrovia/. Acesso em junho de 2021.<lb/>MUSEUS FERROVIÁRIOS (SP). Antigas Companhias. Disponível em http://museusferroviarios.net.br/antigas-companhias. Acesso em junho de 2021.<lb/>MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA (BR). Histórico da antiga RFFSA. Brasília, 2019. Disponível em https://www.gov.br/infraestrutura/pt-br/acesso-a-informacao/conteudo-rffsa/historico-da-antiga-rffsa. Acesso em junho de 2021.<lb/>PRADO, Fernando Romero. Dicionário Ilustrado da Cidade. Jacareí, Papel Brasil, 2017.<lb/>UNIVAP - TCC. A estrada de ferro Central do Brasil. Disponível em https://biblioteca.univap.br/dados/000029/000029c7.pdf. Acesso em junho de 2021.</p>
      </note>
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    <odd type="publicationStatus">
      <p>Publicado</p>
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    <odd type="statusDescription">
      <p>Final</p>
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    <odd type="descriptionIdentifier">
      <p>Descrição elaborada por Patrícia Menezes, em projeto ProAC - Edital 23/2020.</p>
    </odd>
    <scopecontent encodinganalog="3.3.1">
      <p>O fundo é composto por registros administrativos das estações ferroviárias de Jacareí e Limoeiro. Há livros de ponto de trabalhadores e de atos de punição, livro de controle de bilhetes emitidos, com localidades de partida e destinos, categorias e preços de passagens e uma pasta com expediente da administração da RFFSA, onde estão circulares, boletins de serviço, instruções para preenchimento de documentos internos e orientações similares.<lb/>Parte das fotografias do fundo são reproduções de imagens sobre a Estrada de Ferro. Elas mostram cenas das instalações da estação de Jacareí, destacando a plataforma de embarque e seu entorno, trilhos, passagens de nível e outros. Alguns documentos mostram passageiros e transeuntes. Há também imagens das composições, com locomotivas e vagões e, por vezes, com pessoas. Algumas imagens acompanham a realização de eventos sobre a empresa, com destaque ao banquete de inauguração da bitola larga, em 29 de novembro de 1905. Também há imagens de trabalhadores, na década de 1950.</p>
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    <arrangement encodinganalog="3.3.4">
      <p>Em processo de classificação</p>
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      <name role="Produtor" id="atom_4184_actor">Estrada de Ferro Central do Brasil</name>
      <name role="Produtor" id="atom_4185_actor">Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA</name>
      <subject>Economia</subject>
      <subject>Transporte</subject>
      <subject>Urbanização</subject>
      <subject>Imigração</subject>
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      <p>Os documentos em papel apresentam sujidade, rasgos, dobras e indícios de infestação por fungos e elementos metálicos.<lb/>As fotografias estão em bom estado de conservação, embaladas em envelopes plásticos com guarnições em papel grosso.</p>
    </phystech>
    <acqinfo encodinganalog="3.2.4">
      <p>Os documentos foram guardados por ferroviários da Estrada de Ferro Central do Brasil e da RFFSA e enviados à Fundação Cultural de Jacareí. A partir de 2005, eles foram reunidos e incorporados ao acervo do APHMJ.<lb/><lb/>Procedência:<lb/>Parcela doada ao APHMJ por Rodolfo Sabino Machado - Termo de Doação 08/2005.<lb/>Parcela doada ao APHMJ por Arildo de Souza - Termo de Doação 02/2007.<lb/>Parcela doada ao APHMJ por Christoffer Raimundo - Termo de Doação 07/2007.<lb/>Parcela doada ao APHMJ por Otacílio Coimbra - Listagem APHMJ.</p>
    </acqinfo>
    <custodhist encodinganalog="3.2.3">
      <p>Em 1852, o governo Imperial do Brasil iniciou os trabalhos para a implantação de uma linha férrea que ligasse o Rio de Janeiro às províncias de São Paulo e Minas Gerais, concedendo direitos de construção e exploração do serviço a uma ou mais companhias de acionistas particulares. O caminho partiria da Corte. Depois de transpor a Serra do Mar, ele se dividiria em dois ramais, nas direções de Minas Gerais e de São Paulo. O trecho no território do Rio de Janeiro recebeu o nome de "Estrada de Ferro Dom Pedro II".<lb/>A construção da ferrovia facilitaria o escoamento do café, que, naquele tempo, avançava ao longo do Vale do Paraíba, em São Paulo. Por isso, a ideia mobilizava os fazendeiros da província. Entretanto, mesmo antes de atingir o ponto da bifurcação dos ramais, na localidade de Barra do Piraí, em 1864, a Estrada de Ferro Dom Pedro II já dava mostras de fragilidades financeiras. Talvez por isso, um ano depois, a ferrovia foi encampada pelo Governo Imperial.<lb/>Apesar das dificuldades, em São Paulo, os cafeicultores continuavam a apostar no projeto ferroviário. Em 1864, o fazendeiro jacareiense João da Costa Gomes Leitão já pedia à Assembleia Provincial a construção de uma estação de trem na cidade. Em 1871, o Governo Provincial contratou a Companhia São Paulo e Rio de Janeiro, de investidores particulares, para a instalação e exploração da linha férrea partindo da Estação do Brás, na Capital e passando por Mogi das Cruzes, Jacareí, São José dos Campos, Caçapava, Taubaté, Pindamonhagaba, Aparecida, Guaratinguetá, Lorena até chegar ao povoado de Santo Antônio da Cachoeira - depois chamado, Cachoeira Paulista -, onde encontraria os trilhos da Estrada de Ferro Pedro II. A linha foi chamada de "Estrada de Ferro do Norte".<lb/>A estação da Estrada de Ferro do Norte em Jacareí foi começou a ser construída em 1873, num terreno no Largo do Bonsucesso, distante do velho centro comercial da cidade. A construção trouxe trabalhadores de vários lugares do Brasil à cidade. Os trens transportavam cargas e passageiros, impulsionando o comércio, que foi se concentrando ao redor do parque ferroviário. A estação foi inaugurada com festa em 1876.<lb/>Os trilhos atingiram o povoado de Cachoeira em 1877. Dalí, os passageiros e produtos faziam a travessia do Rio Paraíba em balsas e seguiam para o Rio de Janeiro nos trens da Estrada de Ferro Dom Pedro II.<lb/>Em 22 de novembro de 1889, a Estrada de Ferro Dom Pedro II passou a chamar-se Estrada de Ferro Central do Brasil e, em 1896, incorporou a Estrada de Ferro do Norte, finalizando os trabalhos da ligação entre São Paulo e Rio de Janeiro.<lb/>Em 30 de setembro de 1957, o patrimônio da Estrada de Ferro Central do Brasil foi transferido à recém-criada Rede Ferroviária Federal, a RFFSA, uma empresa estatal ligada ao Ministério dos Transportes.<lb/>Com o programa de privatizações do Governo Federal, a partir de 1996, a malha ferroviária da RFFSA foi segmentada em seis seções e oferecida em concessão de exploração para particulares. O processo de liquidação da empresa foi finalizado em 2007.</p>
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      <p>
        <date>Criação: Junho de 2021</date>
      </p>
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      <p>FEF 001</p>
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    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1">
      <p>Sem restrições.<lb/>Observando-se as condições de conservação física de alguns documentos, a consulta deverá ser autorizada pela administração do APHMJ.</p>
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      <p>Reprodução mediante autorização da administração do APHMJ.</p>
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